sábado, 29 de agosto de 2026

"O LIVREIRO DE CABUL"

Olá leitores,

O livro deste mês de nosso Clube de Leitura foi "O Livreiro de Cabul" escrito em 2002 pela jornalista norueguesa Asne Seierstad.

Para escrever sobre a família Khan e o livreiro de Cabul, Sultan Kahn, a autora foi morar na casa dele após a queda do Talibã em 2001, dois meses após o advento da destruição das duas torres gêmeas em Nova York - EUA em 11.09.2001. Ela pediu licença ao livreiro para poder escrever o livro. Com seu relato pudemos conhecer um pouco sobre a vida doméstica de uma família afegã e de quebra como funcionava (acredito que ainda funciona assim, pois parece que depois que os Estados Unidos saíram de lá, o Talibã voltou...) a realidade do Afeganistão nesse período.

O livro/o relato parece de um lugar surreal; quase inacreditável que uma cultura, uma sociedade viva dessa maneira e onde praticamente não se enxerga uma luz no fim do túnel, ou seja, é impossível a evolução numa sociedade dessa.

Não somente o uso da burca para as mulheres, mas outras rotinas nos deixaram estupefatas, como por exemplo, comer com as mãos, no chão, sobre um tapete. Ficamos imaginando a sujeira desse tapete, embora usassem pratos,  a falta de higiene. Como é possível no século XXI ainda existirem pessoas que comem como animais (aliás alguns animais são mais limpos que muitos humanos...) Sem contar que o corpo, a coluna, as pernas devem sofrer nessa posição para se alimentar.

Bem, o livro, obviamente também fala dos livros que o Talibã queimou em 1999, os livros do livreiro.  O regime do Talibã chegou ao poder no Afeganistão em 1996.

Há um capítulo na obra chamado "O Paraíso Negado" onde estão listados os 16 decretos do Talibã quando de sua subida ao poder, transmitidos pela rádio Sharia.  Apenas os listarei, sem comentá-los:

1. Proibido às mulheres andarem descobertas; 2. Proibição contra a música; 3. É proibido barbear-se; 4. Oração obrigatória; 5. Proibido criar pombos e promover rinhas de aves; 6. Erradicação das drogas e de seus usuários; 7. Proibido soltar pipas; 8. Proibido reproduzir imagens; 9. Proibidos os jogos de azar; 10. Proibido usar cortes de cabelo no estilo americano ou inglês; 11. Proibidos os empréstimos a juros, taxa de câmbio e de transações; 12. Proibido lavar roupa à margem dos rios; 13. Música e dança são proibidas em festas de casamento; 14. Proibido tocar tambor; 15. Proibido a alfaiates costurar roupas femininas, ou tirar medidas das mulheres; 16. Proibida a prática da bruxaria.

Entretanto no decorrer da leitura, descobrimos outros "decretos": É proibido se apaixonar - punível com a morte (para as mulheres principalmente, como de costume - parece que a mulher só serve para parir - desde que seja filho homem, cozinhar, "limpar" a casa). Elas cantam sobre o amor (canto suicida) às escondidas.  Aliás, as mulheres são maltratadas por delitos simples.

Outros detalhes surreais: na casa de Sultan Kahn não há armários, só caixas e cada pessoa tem a sua caixa com suas roupas e seus objetos pessoais; não há água encanada - tudo foi destruído por mísseis na guerra.

Ao final, a escritora sai da casa deles por causa das brigas e das desuniões familiares.

O livro trouxe muitas informações grotescas, parecem irreais, sobre a vida sob o regime do Talibã, entretanto gostei de ter lido.  Nem todo planeta vive da mesma maneira e essa cultura do Poder, da bota sobre a cabeça de outro ser humano, é simplesmente a maldade em toda sua manifestação.  Embora também vivamos atualmente sob um regime de exceções, ainda conseguimos respirar e visualizar uma tênue luz no fim do túnel.  

Eu recomendo a leitura para aqueles que acham que a grama do vizinho é mais verde - muitas vezes ela não é.

Boa reflexão!


sábado, 22 de agosto de 2026

"MACUNAÍMA"

 Leitores amigos,

Em junho, nosso Clube de Leitura discutiu o livro de Mário de Andrade, "Macunaíma - O Herói Sem Nenhum Caráter", escrito em 1928.

A obra é praticamente uma sátira sobre o povo brasileiro, mais precisamente sobre o povo da capital paulista - o paulistano.

Na minha opinião, o livro é difícil de ler, diria até chato.  Uma boa parte dele é praticamente escrito com muitas palavras indígenas.

Nunca havia lido esse livro e sei que muitas escolas o indicaram e até aparecem questões sobre ele nos vestibulares.  Talvez, ouso dizer que muitas pessoas hoje perderam a vontade de ler/o gosto pela leitura depois que leram esse livro.  Felizmente quando era estudante, a escola pública que frequentei indicou poucos livros brasileiros para ler. Ao contrário, li muitos livros de autores estrangeiros - Agatha Christie, Alexandre Dumas, Júlio Verne, por exemplo.

O personagem de Macunaíma é um "índio" negro que nasceu no mato, não falou até os 6 anos de idade por preguiça e as mulheres o carregavam para lá e para cá. 

O subtítulo, "O herói sem nenhum caráter" cai bem, pois ele comete crimes (por exemplo, acaba matando a mãe por engano...; num dado momento, ele e os irmãos queriam pegar dinheiro do governo para ir para a Europa como pintores, mas não deu certo...), não se importa com ninguém, mente bastante, é o típico malandro.

Na época de Mário de Andrade, só haviam os heróis de quadrinhos, tais como, o Capitão América, o Super-homem, o Batman, o Mandrake - aliás na obra, ele faz algumas mágicas e se transforma muitas vezes em outros seres, tipo um loiro de olhos azuis...

Há uma expressão no livro que demorei um pouco para entender e, depois que entendi, achei engraçada.  "Juque!" O autor usa essa expressão como uma onomatopeia para indicar que ele estava se transformando em outra pessoa, como uma mágica - era o som da transformação - "Juque!" A Wikipédia informa que as onomatopeias são usadas em histórias de quadrinhos.

Em meio às aventuras, ele em toda a história, está em busca de um talismã, a "muiraquitã", que foi perdida no passado e ele consegue reavê-la. 

Mário de Andrade inclui no livro menções de nosso folclore: Boi Bumbá, Saci Pererê e ao final Macunaíma transforma-se na constelação da Ursa Maior.

Mário de Andrade - escritor, poeta, inovador na literatura.  Principal expoente da chamada "Fase Heróica" do Modernismo Paulista. Nasceu e morreu em São Paulo (1893-1945).  Contribuiu também na difusão das artes plásticas, da música e do folclore brasileiro.  Quase no fim da vida atuou no Serviço do Patrimônio Histórico.  Foi também professor de história da música.  A Biblioteca Pública de São Paulo leva seu nome.

Boa semana!


 

sábado, 8 de agosto de 2026

"O CAIBALION" - GÊNERO

Caros leitores,

Hoje chegamos no sétimo e último princípio do Hermetismo - o Princípio do Gênero.

Antes de mais nada, a palavra gênero deriva do latim que quer dizer "gerar", "criar", "produzir". 

Tudo no Universo se manifesta nos princípios masculino e feminino - tanto no Plano Físico, como no Plano Mental e no Plano Espiritual.

Não confundir com "sexo".  Em realidade, o "sexo" se manifesta no Plano Físico, na vida orgânica, mas nos outros planos as manifestações do masculino e do feminino assumem formas mais elevadas.

Vale lembrar que todas as coisas e todas as pessoas contém em si os dois princípios. Carl Gustav Jung, o criador da psicologia analítica, até nomeou, em sua obra, o princípio masculino na mulher como animus e o princípio feminino no homem como anima. Assim, "todo Princípio Masculino contém o Princípio Feminino; todo Princípio Feminino contém o Princípio Masculino."

"O Gênero está em tudo; tudo tem os seus princípios Masculino e Feminino; o Gênero se manifesta em todos os planos."

O Hermetismo identifica, na eletricidade, o princípio masculino de gênero como polo "positivo" e o feminino como polo "negativo".

"O termo Positivo significa algo real e forte, quando se compara com uma irrealidade ou fragilidade Negativa.  O chamado polo Negativo da bateria é realmente o polo no qual e pelo qual se manifesta a geração ou produção de novas formas de energia.  Em vez de "Negativo", as maiores autoridades científicas atuais usam "Cátodo".  O Cátodo ou Polo Negativo, é o Princípio Materno dos Fenômenos Elétricos e das formas mais sutis da matéria até hoje conhecidas pela ciência."

"O papel do princípio Masculino parece ser o de dirigir uma certa energia inerente para o princípio Feminino e, assim, pôr em atividade os processos criativos.  O princípio Feminino, porém, é sempre o único que realiza o trabalho ativo criador - e isso é assim em todos os planos.  E, no entanto, cada princípio é incapaz de criar sem a energia do outro."

Trocando em miúdos, o princípio masculino é aquele que traz ideias novas ao mundo, inovação nas várias áreas de atividade; o princípio feminino é aquele que recebe essas informações, incuba-as e depois as devolve ao Universo como forma de novas criações.  Os dois princípios são indispensáveis para a evolução do Universo.  Fazendo uso novamente da ciência, da eletricidade afirma-se que "os corpúsculos criadores ou elétrons são Femininos (a ciência diz que "eles são compostos de eletricidade negativa" - nós (os hermetistas) dizemos que são compostos de energia Feminina).  Um corpúsculo Feminino se desprende de um corpúsculo Masculino ou, mais precisamente, abandona-o e toma uma nova direção, dando início a uma nova carreira.  Busca ativamente uma união com um corpúsculo Masculino, sendo instado a isso pelo impulso natural de criar novas formas de Matéria ou Energia. Esse desprendimento e essa união formam a base da maior parte das atividades do mundo químico.  Quando o corpúsculo Feminino se une com um corpúsculo Masculino, tem início um certo processo.  As partículas Femininas vibram rapidamente sob a influência da Energia Masculina, e giram rapidamente ao redor desta.  O resultado é o nascimento de um novo átomo.  Esse novo átomo é realmente composto da união dos elétrons ou corpúsculos Masculinos e Femininos, mas, quando a união se realiza, o átomo torna-se uma coisa separada que tem certas propriedades..."

Então como esse princípio do gênero se manifesta no Plano Mental?

"O Princípio Masculino da Mente corresponde à chamada Mente Objetiva, Mente Consciente, Mente Voluntária, Mente Ativa, etc. E o Princípio Feminino da Mente corresponde à chamada Mente Subjetiva, Mente Subconsciente, Mente Involuntária, Mente Passiva, etc."

"Os homens e as mulheres fortes do mundo manifestam invariavelmente o Princípio Masculino da Vontade, e a sua força depende materialmente desse fato.  Em vez de viver as impressões dadas às suas mentes pelos outros, dominam sua própria mente por sua Vontade, obtendo a espécie desejada de imagens mentais, e além disso dominam do mesmo modo a mente dos outros.  Observem como as pessoas fortes implantam seus pensamentos embrionários na mente das massas, levando-as, assim, a pensar de acordo com seus desejos e vontades.  É por isso que as massas são formadas por pessoas de índole tão passiva, incapazes de ter ideias próprias ou de usar sua própria capacidade de atividade mental."

"A manifestação do Gênero Mental pode ser observada ao nosso redor todos os dias da vida.  As pessoas magnéticas são as que podem empregar o Princípio Masculino com o fim de incutir suas ideias nos outros.  O ator que faz o público chorar ou rir a seu bel-prazer, está usando esse princípio.  E sucessivamente o mesmo acontece com outras pessoas bem-sucedidas: o orador, o estadista, o pregador, o escritor ou qualquer pessoa que conte com a admiração do público.  A influência particular exercida por algumas pessoas sobre outras se deve à manifestação do Gênero Mental.  Neste princípio encontra-se o segredo do magnetismo pessoal, da influência pessoal, da fascinação, etc..."

E assim termino a série dos Princípios Herméticos.  Agradeço a paciência daqueles que leram e conseguiram fazer sua reflexão de como esses princípios regem o funcionamento do Universo.  Fiquei feliz de ter escrito esses textos pois ao escrevê-los, editá-los entendi melhor esses princípios. As Leis Herméticas são muito similares aos Princípios e serão descritas mais rapidamente num próximo texto num futuro mais distante.

Boa reflexão!

P.S.: Na próxima semana provavelmente não postarei um novo texto. Meu marido e eu estaremos de férias. Iremos para o torrão natal visitar uns amigos. Até a volta!

sábado, 1 de agosto de 2026

"O CAIBALION" - CAUSALIDADE

Olá leitores,

O sexto Princípio Hermético é bem conhecido nosso - hoje falaremos da Causa e Efeito, onde nada é por acaso.  Esse princípio afirma que tudo tem uma causa - nada apareceu do acaso, embora muitas vezes temos dificuldade de acreditar, pois não encontramos, de imediato, sua causa.

"Toda Causa tem seu Efeito; todo Efeito tem sua Causa; tudo acontece de acordo com a Lei; o Acaso nada mais é que um nome dado a uma Lei não reconhecida; há muitos planos de causalidade, mas nada escapa à Lei."

Os Hermetistas mais estudiosos conhecem bem esse princípio e muitas vezes, através da elevação mental a um plano superior, conseguem ser a Causa, ao invés do Efeito.

Mas o que é ser Causa ao invés de Efeito?

Atualmente conhecemos bem essa característica - muitos de nós acatamos facilmente os desejos e vontades dos outros porque temos uma vontade débil.  Através daquilo que nos foi ensinado quando éramos infantes e estávamos na escola. É claro que temos que aprender muita coisa na escola, a ler, a escrever o idioma pátrio, a usar a aritmética, noções básicas de química, física, biologia, história, geografia.  Entretanto muitas vezes não fomos ensinados a pensar, a criar, a refletir, a criticar.

A hereditariedade também torna-se causa e nós tornamo-nos efeito.  Quantos médicos seguiram a carreira de médico porque nasceram numa família de médicos, por exemplo.  Sim, temos também o contrário, pessoas que seguiram carreiras diferentes da família por inúmeros motivos - será que perceberam "algo" de que não gostaram na profissão da família de origem? Ou na infância ou na escola foram atraídos por outro ofício que simpatizaram mais? Em realidade tudo isso são "causa" e sua escolha na profissão é "efeito".  A ideia real é que cada coisa que realizamos, embora nos pareça difícil de acreditar é efeito.

"Mas os Mestres, elevando-se ao plano superior, dominam sua disposição de espírito, seu caráter, suas qualidades e seus poderes, tão bem como o espaço circundante, o que os converte em Motores, em vez de peões."

No Universo "os fenômenos são contínuos, sem interrupção ou exceção". "Acaso é simplesmente uma palavra para indicar uma causa existente, porém não reconhecida ou percebida."

Para nós, simples mortais, assim como dizemos, "não pode haver um agente como o "Acaso", no sentido de alguma coisa extrínseca à Lei - alguma coisa exterior à Causa e Efeito.  Como poderia existir algo que estivesse em ação no universo fenomênico, ignorando por completo as leis, a ordem e a continuidade deste último? Um "algo assim" dependeria por completo da orientação ordenada do universo e seria, portanto, superior a ela.  Não podemos imaginar nada fora do Todo que esteja fora da Lei, e isso simplesmente porque o Todo é a própria Lei."

Atentemos para o detalhe que o Princípio da Causa e Efeito lida apenas com "acontecimentos". "Um "acontecimento" é "aquilo que advém, chega ou acontece como resultado ou consequência de algum acontecimento precedente."  Nenhum evento "cria" outro evento, mas é simplesmente um elo precedente na grande cadeia ordenada de acontecimentos procedentes da Energia Criadora do Todo."

"Toda ideia que nos ocorre, todo ato que praticamos, tem seus resultados diretos ou indiretos que têm seu lugar na grande cadeia de Causa e Efeito."

Esse princípio não entra na questão do Livre Arbítrio ou do Determinismo. " Os Preceitos ensinam que o homem pode ser Livre e, ao mesmo tempo, limitado pela Necessidade, dependendo do significado dos termos e da elevação da Verdade a partir da qual a questão é examinada."

"A maioria das pessoas é mais ou menos escrava da hereditariedade, do meio ambiente etc., e manifesta muita pouca Liberdade.  São guiadas pelas opiniões, costumes e ideias do mundo exterior, e também por suas emoções, sensações e condições etc."  Muitos afirmam que são livres para agir como bem entendem e só fazem o que querem fazer. Mas reflitamos: " O que as faz "querer" fazer uma coisa de preferência a outra; por que lhes "apraz" fazer isso e não aquilo? Não há um "porquê" associado a seu "prazer" e "querer"?"

Muitas pessoas são arrastadas "como a pedra que cai, submissa ao meio ambiente, às influências exteriores e às condições e desejos internos, para não falar dos desejos e das vontades de outros mais fortes que elas, da hereditariedade, do ambiente e da sugestão, empurrando-as sem nenhuma resistência, nenhum exercício da Vontade de sua parte.  Movidas, como os peões no tabuleiro de xadrez da vida, elas desempenham seus papéis e são postas de lado assim que a partida termina."

Como foi dito anteriormente, os Mestres, conhecedores das "regras do jogo, elevam-se acima do plano da vida material e, colocando-se em contato com as forças superiores de sua natureza, dominam seus humores, temperamento, qualidades e polaridade, assim como o meio em que vivem, e deste modo tornam-se Motores em vez de Peões - Causas em vez de Efeitos.  Os Mestres não escapam da Causalidade dos planos superiores, mas se ajustam às leis superiores, e assim dominam as circunstâncias no plano inferior.  Eles formam uma parte consciente da Lei, sem serem meros instrumentos aleatórios.  Enquanto Servem nos Planos Superiores, eles Regem no Plano Material."

O acaso não existe porque tanto nos planos superiores como nos inferiores, a Lei está sempre em ação.  Tudo é regido pela Lei Universal - a Lei é o Todo.  Assim como dizem "todos os nossos fios de cabelo são contados e nem mesmo um pequeno pássaro deixa de ser percebido pela Mente do Todo."

"Não há nada fora da Lei" - mas isso não quer dizer que o Homem é simplesmente um autômato.  Ao contrário, cada um de nós, pode conhecer a Lei para superar as leis, onde "a vontade superior sempre prevalecerá contra a vontade inferior, até que por fim chegará à etapa em que buscará refúgio na própria Lei, e zombará das leis fenomênicas."

Há um exemplo bem fácil para entendermos como usar a Lei à nosso favor.  Quando chove, se não quisermos nos molhar podemos fazer uso de um guarda chuva - entretanto se não nos importarmos de nos molhar ou até se quisermos ficar molhados, é só não usar o guarda chuva.  A chuva (a Lei) está lá atuando e você pode usar de seu livre arbítrio para escolher como enfrentá-la.  Sei que é um exemplo bem banal mas ele poder ser usado como reflexão!

Usemos o Princípio de Causa e Efeito, em vez de sermos por ele usados, seguindo em frente com mais força e vontade.

Boa semana!



O FIM DE UMA CIVILIZAÇÃO - 2

  A DESTRUIÇÃO DE UMA CIDADE - 2 Caros leitores, Esse é o segundo texto da série "O Fim de uma Civilização". Hoje, ainda abordando...